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6h. EUA e Irão trocam ataques em grande escala

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Bom dia, eu sou o Martim Madeira. São seis da manhã e está na altura de atualizar toda a informação. Começamos pela atualidade internacional. Está o caldo entornado no Médio Oriente. Estados Unidos e Irão trocam vários ataques em grande escala depois do Irão declarar que o estreito de Ormuz está fechado. O Golfo Pérsico está a sofrer uma grande vaga de ataques balísticos e de drones. O Comando Central dos Estados Unidos revela que atingiram 140 alvos militares iranianos nesta última vaga de ataques que lançaram durante esta madrugada, nas últimas horas. Já o Irão admite que lançou ataques a várias bases norte-americanas em seis regiões do Golfo: Omã, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Kuwait, Bahrein e Qatar. Todas estas regiões sofreram ataques iranianos, pelo menos nas últimas duas horas. Tudo isto aconteceu depois de o estreito de Ormuz ter sido declarado como fechado, uma decisão tomada pelo Irão depois de vários ataques norte-americanos que surgiram depois de um navio civil com bandeira do Chipre ter sido atingido pelo Irão. Entretanto, o Irão admitiu que atingiu um outro navio civil. A Guarda Revolucionária Iraniana alega que estes navios viajaram por uma rota não autorizada e que desligaram os sistemas de localização, uma tática usada em frotas-sombra, e que por isso teve de atingir os navios por não estarem a cumprir ordens. O Irão garante que o estreito está fechado durante um período indeterminado, pelo menos até os Estados Unidos saírem da região do Golfo. E isto tudo originou a reação dos Estados Unidos, que atingiu os 140 alvos militares, que depois gerou uma outra reação do Irão, que agora está a atacar as bases norte-americanas. Mas também houve reações oficiais do fecho do estreito e dos ataques por parte dos dois lados. Do lado norte-americano, o secretário de defesa norte-americano Pete Hegseth escreve na rede social X que o Irão vai pagar pela má escolha que fez. Já do lado iraniano, o presidente do Parlamento iraniano e um dos negociadores deste Irão, Mohammed Ghalibaf, escreve também na rede social X, e cito: "A era dos acordos unilaterais acabou. Já vos tínhamos avisado, cumpram a vossa palavra ou paguem o preço. A realidade está a bater à porta". Entretanto, também o exército iraniano diz que os Estados Unidos têm que cumprir com os termos assinados no memorando de entendimento entre Teerão e Washington no dia 16 de junho. Foi quando este memorando foi assinado, de acordo com uma agência de notícias iraniana, a IRB. De acordo com o que dizem as Forças Armadas iranianas, esta intervenção norte-americana foi criada para criar uma rota ilegal através do estreito de Ormuz, o que causou insegurança na área e também as Forças Armadas iranianas dizem que vão defender firmemente os direitos da população iraniana no estreito. Também diz que vão estar a atualizar todos os alvos que forem atingidos pelos Estados Unidos. Ainda na atualidade internacional, houve um tiroteio no Canadá, em Toronto, uma informação que foi avançada pela polícia de Toronto através da rede social X. Este tiroteio aconteceu também há poucas horas, há pouco menos de uma hora, uma hora e meia. Este tiroteio deu-se no centro da cidade, durante um festival de celebração de cultura latina, e resultou em cinco vítimas. Duas destas vítimas foram declaradas mortas no local. Quanto às outras três vítimas, não há informações sobre o estado dessas pessoas. A polícia de Toronto avança que, por agora, não há suspeito nem motivo do tiroteio, mas que estão a trabalhar para encontrar o autor. Apenas foram encontradas duas armas de fogo perto do local. Mais de 13 mil pessoas estavam no local e estão a colaborar agora com a polícia para encontrar o suspeito. O primeiro-ministro do Canadá já reagiu, diz estar horrorizado com a situação e apoia totalmente os esforços das forças de segurança para encontrarem o autor deste tiroteio. Passamos à atualidade nacional e à crise de água em Almada. O arranque do novo furo para captar água estava agendado para o fim do mês, mas o processo foi acelerado e começa a funcionar já a partir do dia de hoje. Espera-se que se consiga reforçar em cerca de 20% a distribuição na rede pública de Almada. Segundo avança a CNN Portugal, esta captação suplementar assume um papel crucial para mitigar os problemas na região, que atravessou vários dias com interrupções na distribuição de água. De acordo com os responsáveis pelos trabalhos, o sistema foi montado e testado num prazo recorde, o que permitiu antecipar bastante os prazos definidos no início, que apontavam pra entrada em funcionamento apenas no fim do mês. A FENPROF avança com uma denúncia formal junto à Procuradoria-Geral da República, com vista a abrir um inquérito às notas dos exames nacionais, por intermédio de um comunicado. A estrutura que representa os docentes refere que vai submeter o documento na próxima sexta-feira, dia 17, precisamente o dia que as pautas são publicadas. A intenção é atribuir responsabilidades sobre o nível de segurança e de confiança do programa informático que está a ser utilizado. No texto emitido, a federação realça que os professores não assumem culpas por falhas sistêmicas que não controlam. Ao mesmo tempo, há relatos também de que muitos professores corretores continuam sem receber os exames nacionais físicos que estão em falta, enquanto a outros é exigido que refaçam a avaliação das questões que já tinham pontuado. Estes dados foram apontados pelos movimentos Metaprof e Missão Escola Pública. A escassas 72 horas do fim do prazo legal para fechar as notas dos perto de 300 mil exames nacionais do secundário, as duas estruturas cívicas dos docentes continuam a reportar contrariedades dentro deste novo sistema de correção dos exames. O ministro da Economia e da Coesão Territorial admite que o novo método de avaliação dos exames nacionais falhou, embora afirme que não se vive nenhuma catástrofe. Numa entrevista à SIC Notícias, Manuel Castro Almeida assegura que o titular da Educação domina por completo os acontecimentos. Ainda assim, o membro do governo confessa que estaria apreensivo caso tivesse um filho a realizar exames nesta altura.

Se tivesse filho na época de exames, era capaz de estar um bocadinho preocupado, sim. Houve aqui uma perturbação, houve um abanão Que causa intranquilidade, mas o ministro já veio dizer que está em condições de garantir tranquilidade três dias depois. Um atraso de três dias não é uma coisa desastrosa. Não é uma boa situação, quando as coisas correm mal, correm mal, mas não é nenhum desastre quando estão controladas. A situação correu mal, mas está sob controle. O ministro está a dominar a situação.

Declarações do ministro da Economia e da Coesão Territorial à SIC, onde também reconhece que atingir o objetivo de 3,4% do crescimento da economia até 2028 vai ser muito difícil e aponta o conflito no Médio Oriente e as tempestades de fevereiro como os entraves ao desenvolvimento econômico do país. O Bloco de Esquerda quer a saída imediata do ministro da Educação e propõe uma comissão parlamentar de inquérito para o caso dos exames nacionais. É uma posição defendida por José Manuel Pureza, na Mesa Nacional do Partido, realizada em Lisboa. O dirigente do Bloco atribui a Fernando Alexandra a culpa pelo colapso na gestão e na correção das avaliações do país, alegando que o governante perdeu a legitimidade para continuar no cargo. José Manuel Pureza recorda ainda que a remuneração do trabalho suplementar aos docentes corretores não é um prêmio voluntário, mas sim o cumprimento da lei.

Havendo trabalho suplementar, ele tem que ser evidentemente remunerado. Sobre isso, não há a menor das dúvidas. Há aqui um princípio básico do direito do trabalho, da decência, que é a remuneração do trabalho pela intensidade desse mesmo trabalho. E portanto, é estranho que um dirigente político venha anunciar a remuneração do trabalho como se isso fosse uma coisa extraordinária. Não há nada de extraordinário, é apenas dizer aquilo que é uma verdade do senhor de La Palisse. Há trabalho, deve ser remunerado.

As palavras do dirigente do Bloco de Esquerda à saída da reunião interna da força política. Entretanto, a Federação Nacional de Educação classifica como justo e imperativo o pagamento das horas extra aos professores que corrigem os testes. A FNE faz notar que esta verba constitui um dever legal e nunca um bônus excepcional. O treinador do Benfica, Marco Silva, iniciou o percurso com uma derrota neste defeso, perdeu por duas bolas a uma, frente ao Flamengo, orientado por Leonardo Jardim. Um embate entre técnicos portugueses a contar pro Troféu do Algarve. Tratou-se do primeiro teste com portas abertas aos adeptos para ver o Benfica versão 26/27 com Marco Silva no comando. A formação brasileira inaugurou o marcador, Samuel Lino, na reta final do primeiro tempo. Contudo, antes da ida pro balneário pela mão de Fábio Veríssimo, Pavlídis restabeleceu a igualdade na conversão de um castigo máximo no segundo tempo. À passagem do minuto 70, Bola assinou o gol que garantiu a vitória do Flamengo. Em declarações prestadas à CNN Portugal, o recém-chegado técnico das Águias, Marco Silva, assume que não gosta de perder, mas realça de forma positiva a postura e a capacidade de resposta do grupo, sobretudo no segundo tempo da partida.

Não estamos contentes com o resultado, como é lógico. Somos o Benfica, entramos em todos os jogos pra ganhar e neste caso, não foge à regra. Alguns bons momentos, a equipe um pouco ainda presa, principalmente no último terço, não fomos a equipe que queremos e que vamos ser. Alguns bons momentos, como falou, a reação na segunda parte, os dois gols sofremos, teremos que fazer melhor, sermos muito mais fortes.

O novo comandante do plantel encarnado assegura que o futuro do Benfica vai ser e tem obrigatoriamente de ser melhor. O grupo da Luz segue agora para outro teste amigável contra o Villarreal, de Espanha, na sexta-feira da próxima semana, dia 17 de julho. E já se sabe quem vai estar presente nas semifinais do Campeonato do Mundo, três europeus e um sul-americano. A França e a Espanha vão defrontar-se de um lado da tabela, depois da vitória francesa frente a Marrocos e da vitória espanhola frente à Bélgica. Mas durante a madrugada e a noite de ontem, soubemos o outro lado da tabela. A Inglaterra venceu a Noruega por 2x1, já no prolongamento. Schjelderup marcou um grande gol para dar a vantagem aos noruegueses, mas Jude Bellingham bisou para dar a reviravolta inglesa. Já a Argentina venceu a Suíça por 3x1, também no prolongamento. Aos 10 minutos, Mac Allister deu a vantagem à Albiceleste. Aos 62, Ndoye igualou para a Suíça, mas 10 minutos depois, a Suíça vê uma expulsão que veio a ser custosa. Embolo leva vermelho e dificulta o jogo para a seleção helvética. Foi só aos 112 que a Argentina conseguiu passar pra frente do marcador. Julián Álvarez, com um golaço de fora da área, mete a bola onde a cruz dorme e acabou por dar esse avanço no marcador para a Argentina. Já aos 120, Lautaro Martínez carimbou o terceiro e a passagem da Argentina à próxima fase. O França e Espanha joga-se terça-feira, às 20h, já o Argentina e Inglaterra, na quarta-feira, às 20h. Notícia de fecho deste jornal das 6:00. A informação está de regresso às 18h30. Até já.

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